Bem vindos ao mundo das suculentas, bem vindos ao meu novo mundo.
Tudo começou com a compra do primeiro cacto. Vinha num vasinho super engraçado e tinha uma forma super estranha mas muito curiosa. Era uma Crassula ovata mais conhecida por Crassula Gollum. Para mim será sempre a "flautinhas". Morreu. E isto não é novidade para os novatos das suculentas. Ou regamos demais, ou não lhes damos luz suficiente ou simplesmente ficam esquecidas por aí. Mas para mim não! Eu tinha de conseguir manter uma plantinha destas viva e contente. Então comprei outra e outra e fui pesquisando e fui fazendo experiências. E lá consegui manter as minhas suculentas vivas e bem contentes. O segredo? O segredo fica para outros posts.
Mas não fiquei por aqui. Na procura da forma ideal de manter as minhas plantinhas bem contentes, comecei a fazer os meus próprios terráreos e os meus próprios vasos para mantê-las. Não gostava do plástico, esse plástico onde vêm todas as plantas do horto, cor-de-laranja e feias. Comecei pelo vidro, pessei pelos de cerâmica laranja e foi quando vi os primeiros de cimento. E fiquei apaixonada pelo cimento. A cor crua e fria, os meus próprios moldes e a liberdade de poder experimentar o que eu quisesse para as minhas suculentas. Pesquisei e experimentei e falhei. Mas a decidi voltar ao início e voltar a experimentar e falhar... Até que, como uma experiência de laboratório, encontrei a fórmula correcta! E agora é só repetir e repetir. Espero que gostem tanto quanto eu. E se quiserem algum, já habitado por alguma das minhas plantinhas, falem comigo.
Tudo começou com a compra do primeiro cacto. Vinha num vasinho super engraçado e tinha uma forma super estranha mas muito curiosa. Era uma Crassula ovata mais conhecida por Crassula Gollum. Para mim será sempre a "flautinhas". Morreu. E isto não é novidade para os novatos das suculentas. Ou regamos demais, ou não lhes damos luz suficiente ou simplesmente ficam esquecidas por aí. Mas para mim não! Eu tinha de conseguir manter uma plantinha destas viva e contente. Então comprei outra e outra e fui pesquisando e fui fazendo experiências. E lá consegui manter as minhas suculentas vivas e bem contentes. O segredo? O segredo fica para outros posts.
Mas não fiquei por aqui. Na procura da forma ideal de manter as minhas plantinhas bem contentes, comecei a fazer os meus próprios terráreos e os meus próprios vasos para mantê-las. Não gostava do plástico, esse plástico onde vêm todas as plantas do horto, cor-de-laranja e feias. Comecei pelo vidro, pessei pelos de cerâmica laranja e foi quando vi os primeiros de cimento. E fiquei apaixonada pelo cimento. A cor crua e fria, os meus próprios moldes e a liberdade de poder experimentar o que eu quisesse para as minhas suculentas. Pesquisei e experimentei e falhei. Mas a decidi voltar ao início e voltar a experimentar e falhar... Até que, como uma experiência de laboratório, encontrei a fórmula correcta! E agora é só repetir e repetir. Espero que gostem tanto quanto eu. E se quiserem algum, já habitado por alguma das minhas plantinhas, falem comigo.
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